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Atividades Científicas -> Terça Cultural
| Terça Cultural - Programação de Março |
‘Caravaggio’ abre a programação de
2013 do projeto ‘Terça Cultural’
Caravaggio – Sem esperança, sem medo
Apresentação sobre o artista abre projeto ‘Terça Cultural’
Data: 19 de março
Horário: 19h30
Local: Auditório Borges da Costa, sede da Associação Médica de Minas Gerais (Avenida João Pinheiro, 161, Centro – Belo Horizonte)
Entrada gratuita
Inscrições e informações: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammgmail.org.br
A Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) retorna 2013 com o projeto ‘Terça Cultural’. O evento gratuito e direcionado a médicos e a população em geral, abre mais um espaço para discussões que vão além da medicina e oferece temas que transitam por diversas formas da arte.
No dia 19 de março, às 19h30, na sede da AMMG (Avenida João Pinheiro, 161, Centro – Belo Horizonte), acontece o primeiro encontro do ano com a apresentação do tema ‘Caravaggio – Sem esperança, sem medo’. A artista plástica Thalma de Oliveira Rodrigues discursará sobre a vida do pintor italiano Michelangelo Meresi da Caravaggio, que viveu na Itália no século XVII, e teve sua obra rejeitada por ser considerada escandalosa e grotesca pela sociedade da época.
De acordo com Thalma Rodrigues, o trabalho de Caravaggio ficou adormecido durante mais de trezentos anos, reaparecendo somente no século XX em forma de exposições e em registros de outros artistas antigos que se sentiram por ele influenciados. Este é o caso do espanhol Ribera, do holandês Vermeer, do francês Latour e do neerlandês Rembrandt. “Caravaggio modificou a maneira de pintar estabelecida no Renascimento, usando fortes contrastes de claro e escuro e criando um novo estilo, batizado mais tarde de Tenebrismo Realista”, esclarece Rodrigues.
Um trecho do filme ‘Caravaggio’, do diretor inglês Derek Jarman, dará o tom da apresentação da noite, na qual suas principais obras serão discutidas. O artista é considerado o mais importante do barroco italiano, com uma linguagem realista e ao mesmo tempo moderna, conforme descreveu um dos estudiosos de usa obra, o historiador também italiano Roberto Longhi. ´
O ‘pintor valentão’ foi um dos curiosos rótulos de Caravaggio que sempre se envolvia em discussões. Ele negava o título e dizia ser somente valente por saber pintar e imitar bem as coisas naturais. De acordo com os historiadores, esta seria a defesa do artista ao falar perante o tribunal que o julgava por perturbar a ordem pública. Thalma de Oliveira Rodrigues acredita que é impossível ficar indiferente ao ver um quadro do pintor italiano ou ao conhecer um pouco de sua história. “Deixo aqui um convite para a apresentação que colocará o público mais perto desse grande artista.”
Participe de mais essa edição do projeto Terça Cultural. Faça sua inscrição: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammgmail.org.br. |
| [Notícias] Medicina e Artes Cênicas: Confluências |
Medicina e Artes Cênicas: Confluências
Fotos: Alexandre Guzanshe

No dia 25 de setembro, a Associação Médica de Minas Gerais – AMMG promoveu mais uma edição do projeto Terça Cultural com o neurocirurgião, produtor e autor de peças teatrais premiadas, Jair Raso.
Com o tema ‘Medicina e Artes Cênicas: Confluências’, o artista narrou sua trajetória profissional e os conflitos vivenciados por ele na dupla carreira.
A vida como ator teve início em 1976, na cidade de Barbacena e, em 1977, Raso ingressou na medicina. Autodidata, atuou como diretor e produtor e fez parcerias com nomes renomados do teatro como Pedro Paulo Cava, Jota Dangelo e Argelin Machado.
Em 1985, com a peça “Delírio do Poder”, firmou seu registro como ator profissional. Neste período, conheceu o neurocirurgião, Evandro de Oliveira, com quem aprendeu que a neurocirurgia também é uma arte. A partir daí, dedicou-se ainda mais a medicina, filosofia e técnicas orientais. Mudou-se para Washington e retornou ao Brasil em 1998, com a peça ‘As Mulheres se Odeiam’, seguida de ‘A paixão de um Deus’, ‘Chico Rosa’ e o sucesso, em cartaz ainda em 2012, ‘Defunto Bom é Defunto Morto’.
Em 1998, em Belo Horizonte, Jair Raso se deparou com uma questão inusitada, premiada atriz da capital abandonou o teatro 15 dias antes da estreia de sua peça, acreditando ter Alzheimer, fato esse que não se confirmou para alívio de muitos. Raso passou então a cuidar e a pesquisar o caso. Tendo como base a síndrome do cérebro partido, o médico desenvolveu atividades com sua paciente e obteve como resultado a premiação da peça ‘Três Mães’.
Durante a palestra, Raso explicou que os hemisférios esquerdo e direito do cérebro desempenham funções diferenciadas, que devem ser estimuladas. “Quer aumentar a inteligência? Leia e trabalhe suas mãos. Ao mexer com seu corpo, estará mexendo com seu cerébro”, explicou o médico.
Segundo o especialista, o lado esquerdo é verbal, conceitual, temporal e dominante. O direito não verbaliza, é musical, geométrico e espacial. Podendo a memória ser imediata, recente e remota. “Se quer guardar algo, faça-o repetidas vezes”, sugere Raso.
Raso afirma que hoje, o conflito entre o ser médico e autor e produtor de teatro não existe. “É possível, assim como o cérebro, manter a convivência entre eles”, diz ele.
Para finalizar a palestra, Jair Raso cita o autor Stanislawiski e os itens descritos por ele como fundamentais para o ator: método, memória, quebra de estereótipos e subtexto. Ele também explica que o teatro pode ensinar a medicina. “O médico, assim como o ator, precisa saber a hora de falar e de calar, usar o texto adequado para informar pacientes e familiares, ter sensibilidade para entender o subtexto e não abrir mão de usar seu figurino. A medicina é a arte de administrar a incerteza, sem demonstrar insegurança. Todo mundo é um palco, possui entradas e saídas e pode exercer com maestria inúmeras funções”, finaliza.
Para o ginecologista e obstetra, Túlio Alvim, a palestra levou à reflexão e mostrou novas possibilidades de percepção do óbvio. A engenheira Rita Andrade, afirmou que o projeto Terça Cultural é muito interessante por valorizar a troca de informações entre diferentes áreas e pela diversidade de temas. Já o nutrólogo e o patologista clínico, respectivamente, Ênio Cardillo e José de Souza Andrade Filho, integrantes da Academia Mineira de Medicina, aplaudiram a apresentação de Raso e ressaltaram a importância da arte para a vida do médico.
O projeto Terça Cultural retorna no mês de novembro. Em outubro não haverá apresentação em função da comemoração da Semana do Médico. Mais informações pelo telefone: (31) 3247 1619.


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| [Notícias] Médico mágico encanta na Terça Cultural |
Médico mágico encanta na Terça Cultural
Fotos: Alexandre Guzanshe

A noite do dia 14 de agosto foi especial para médicos, estudantes e demais convidados que prestigiaram mais uma edição do projeto Terça Cultural. Na ocasião, o ortopedista e mágico Arnóbio Moreira Félix ministrou a palestra ‘Mágicas Atitudes Transformadoras’, levando o público à busca de reflexões.
De acordo com Bill Morélix, “o objetivo é sempre buscar a reflexão e, com ela, as transformações no sentido de nos tornarmos pessoas melhores. Nesta palestra, com muito humor e muita mágica, abordamos as atitudes transformadas relacionadas ao nosso cotidiano”, explicou. Com muitos números de mágica, Morélix convidou o público a participar de maneira interativa durante todo o espetáculo.
O presidente da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), Lincoln Lopes Ferreira, apresentou o palestrante da noite afirmando que no mundo de hoje é necessário fazer mágica para driblar as dificuldades, sobretudo, aquelas encontradas no cotidiano dos profissionais de medicina.
No início de sua apresentação, o mágico faz uma piada sobre médicos e explica que eles têm cinco desejos: saber tanto quanto o seu residente acha que ele sabe; ser tão bom quanto sua mãe acredita que ele seja; ser tão sacana quanto sua mulher pensa que ele é; ter tanto dinheiro quanto o amigo afirma que ele tem; e, por fim, ter desempenho sexual tão bom quanto ele próprio considera ter. A deixa, além de provocar muitas gargalhadas também serviu como reflexão para o dia a dia de muitas profissões e a necessidade de mudanças.
O tempo também foi uma das questões mais abordadas, pois, conforme o médico mágico, precisamos saber geri-lo, organizar as horas que temos disponíveis: “O tempo é um bem irreparável”, alerta.
Com uma mágica na qual o tempo é um copo d’água, ele fez o conteúdo desaparecer depois de derramá-lo dentro de um funil feito com um jornal. Ao abrir o jornal, a água simplesmente havia desaparecido, sem que o jornal ficasse molhado e/ou rasgado. Assim, ele demonstrou que o tempo pode desaparecer em um passe de mágica, caso seja mal gerido.
A evolução do mundo também foi discutida com vídeos e outros números de mágica. O médico contou que com a velocidade das novas tecnologias, redes sociais e novas exigências, ser humano passou a ser um desafio. “Devemos pensar de maneira global, no meio ambiente, em política, educação e propor atitudes transformadoras.”
Como atitude transformadora, Bill Morélix lembrou a história do cego que pedia esmolas em Paris com uma placa dizendo que precisava de ajuda. Um publicitário vendo o mendigo sem uma moeda sequer, pediu a ele para que pudesse redigir uma nova frase. Com o consentimento do cego, outra frase foi escrita e quem passou por lá deu dinheiro aquele homem. Curioso, ele pediu alguém para ler os novos dizeres, e na placa estava ‘é primavera em Paris e eu não posso ver’. A atitude transformou o dia daquele mendigo.
A importância do trabalho em equipe foi o destaque da noite. Junto aos dois filhos, o mágico mostrou como é possível se organizar. Para ele, os bons resultados são construídos com algumas palavras: talento + paixão + sucesso; liderar ‘do pescoço para cima’, ou seja, valorizar a equipe, colocar as pessoas para pensar; confiança; comprometimento; tirar a letra ‘s’ de ‘crise’, transformando em ‘crie’; e, acima de tudo, amor.
Dar exemplos ao invés de palavras também é fundamental, na avaliação do palestrante. “Afine seu discurso com os fatos. Dê bons exemplos que podem ser seguidos.” Ele disse ainda que exemplos são importantes, mas todas as ações começam com sonho. “É preciso fazer um bom alicerce para a construção de nossos sonhos, usando o nosso talento, autoestima e originalidade. Temos que tentar sempre, dar o primeiro passo, superar dificuldades, aprender com os acertos e erros.”
Nesse momento, dois espectadores foram convidados a subir ao palco. A aliança de um deles foi colocada em uma caixa em sua própria mão e a mágica sugeriu que a aliança apareceria na mão da outra pessoa dentro de uma caixa. Não deu certo, e a princípio o público se frustrou. Mas, o mágico tentou mais uma vez e a aliança apareceu na orelha da convidada que subiu ao palco. Dessa maneira, ele deixou claro que vale a pena tentar e tentar, nunca desistir.
O estudante de engenharia de automação, Marcus Barroso, subiu ao palco para participar de um número de ilusionismo. Ele se divertiu e ao final do espetáculo disse concordar com as dicas dadas. Com a mágica, Bill Morélix mostrou o quanto é relevante fazer o que gosta, dar mais do que receber, investir na saúde e no lazer, criar vínculos afetivos, saber amar, acordar para a vida e eliminar fatores de risco.
Natália Santos, que faz o curso superior de química, achou o espetáculo muito criativo: “Ele abordou temas diferentes com muito humor”. Comunicar-se bem foi tema final. O ortopedista e mágico frisou que devemos evitar fofocas, saber dizer não e dar qualidade à informação, pois “informação não é o que se fala, é o que se entende”. E concluiu que a grande atitude transformadora é ter amizade, tratar bem quem está por perto, ser confiável e dar valor à família.
O arquiteto Cícero Faro não apenas elogiou o espetáculo como afirmou que o projeto Terça Cultural caiu no gosto do público. “Quero receber em meu e-mail a programação das próximas edições.” Bill Morélix agradeceu a presença de todos e parabenizou a AMMG pela iniciativa que reúne profissionais de várias áreas em palestras com temas diferentes e originais.
A próxima edição do projeto Terça Cultural acontece em setembro. Outras informações pelo e-mail tercacultural@ammgmail.org.br ou pelo telefone (31) 3247 1619.


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| [Notícias] Terça Cultural faz um brinde à Arte Cênica e Medicina |
Terça Cultural brinda Arte Cênica e Medicina
Encontro acontece no dia 25 de setembro, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG), e traz em cena o médico, autor, diretor e produtor de teatro, Jair Raso
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Palestra “Arte Cênica e Medicina: confluências”, com Jair Raso
Data: 25 de setembro, terça-feira
Horário: 19h30. Entrada gratuita
Local: Teatro Oromar Moreira, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (Av. João Pinheiro, 161, Centro, Belo Horizonte)
Inscrições/Informações: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammgmail.org.br.
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A Arte Cênica e Medicina: confluências é a próxima atração do Projeto Terça Cultural, promovido pela Associação Médica de Minas Gerais (AMMG). Já na sua quinta edição traz, no dia 25 de setembro, às 19h30, na sede da AMMG, o neurocirurgião e dramaturgo, Jair Raso. Aberta a médicos, estudantes de medicina e ao público em geral, a palestra pretende traçar um grande paralelo entre o teatro e a medicina. Para Raso, ser médico é fazer arte. “Tenho a certeza que o trabalho do bom artista está sempre voltado para as questões humanas. Vamos trocar as frases para que fique claro onde a semelhança é inequívoca. Fazer teatro é fazer arte e a medicina se debruça sobre as questões humanas”, pontua ele.
Graduado em medicina em 1982, Jair Raso teve seu registro como profissional de teatro em 1985, atuando como amador desde 1976. Mestre e doutor pela UFMG, ainda separou tempo para fazer a faculdade de filosofia.
Acostumado a preencher fichas de hotel nas inúmeras viagens para congressos e encontros médicos, Raso um dia se deparou com um conflito ao escrever seus dados: “E agora, coloco médico ou artista?”. Mas por trás desse conflito menor, para o especialista havia certamente outro ainda maior: “É possível exercer adequadamente duas profissões aparentemente sem pontos de conexão? Mais ainda, é possível que o exercício de uma seja proveitoso para o exercício da outra?”.
Para Raso há muitos pontos em comum entre as duas profissões. “Como dramaturgo, meu interesse debruça sobre questões humanas, conflitos muitas vezes percebidos em consultórios e nos hospitais. Acho que todos nós usamos uma armadura para parecermos mais fortes do que realmente somos. A doença, muitas vezes, descortina nossa fragilidade. O abrir da cortina mostra o que temos de comum, aquilo que chamamos de humanidade”, explica o médico e dramaturgo.
O Projeto Terça Cultural tem entrada gratuita e é um convite à arte e a discussões além da medicina. Mais informações e inscrições pelo telefone: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammgmail.org.br.
Um pouco sobre Jair Raso no Teatro
Como Autor • A corda e o Livro", de 2004; • Chico Rosa, de 1988; • A paixão de um Deus, de 1999; • Defunto bom é defunto morto, de 2000; • Três mães, de 2003.
Como diretor • O casamento e o perigo; em 1978; • Mas que houve, houve; em 1984; • Beijo partido com tempero de pecado, em 2004; • A esquina dos aflitos, em 2004; • O homem que chovia; em 2011.
Como Produtor • O delírio do poder, em 1985; • Ópera do sabão, em 1988; • As mulheres se odeiam; em 1988 e 1999; • A paixão de um Deus, em 1999.
>> Conheça mais um pouco sobre o médico e artista no www.jairraso.blogspot.com.br |
| [Notícias] Bill Morélix em palestra sobre "Mágicas Atitudes Transformadoras" |
Bill Morélix em palestra sobre “Mágicas Atitudes Transformadoras” Projeto Terça Cultural acontece no dia 14 de agosto, na sede da AMMG, e promove um encontro com muito humor e mágica. Aberto ao público.
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Palestra “Mágicas Atitudes Transformadoras” Data: 14 de agosto, terça-feira Horário: 19h30 Local: Teatro Oromar Moreira, na sede da Associação Médica de Minas Gerais (Av. João Pinheiro, 161, Centro, Belo Horizonte) Inscrições/Informações: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammg.org.br.
Entrada gratuita
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O ortopedista e mágico Arnóbio Moreira Félix, conhecido artisticamente como Bill Morélix, apresenta, no projeto Terça Cultural, a palestra com o tema ‘Mágicas Atitudes Transformadoras’. Segundo ele, o foco é trazer para o dia a dia das pessoas, sobretudo dos médicos, a busca das reflexões: “O objetivo é sempre buscar a reflexão e, com ela, as transformações no sentido de nos tornarmos pessoas melhores. Nesta palestra, com muito humor e muita mágica, iremos abordar as atitudes transformadas relacionadas ao nosso cotidiano”, explica.
Motivação é o viés do trabalho de Bill Morélix. Ele une números clássicos de mágica às dicas importantes do mundo corporativo como liderança, comunicação eficaz e alianças estratégicas. “As mágicas conferem um sentido didático à palestra, facilitando a fixação dos conceitos e suavizando, de forma lúdica, todo o trabalho.” Capacitação e os desafios que podem ser comuns para profissionais de quaisquer áreas também serão abordados pelo palestrante.
Para o palestrante, as atitudes transformadoras estão presentes tanto no âmbito profissional quando no pessoal. “Acho difícil dissociar as duas áreas. Temos diversas carreiras na vida. A carreira como filho, como pai ou mãe, como profissional, como membro de uma sociedade, entre outras. Considero que elas sejam intercambiáveis e que é possível termos êxito em todas.”
Bill Morélix afirma que o maior desafio é saber como aplicar os conceitos que podem promover ações e mudanças. Ele argumenta que é necessário ter competências, comprometimento e habilidades, e reforça que é na ‘atitude’ e na ‘entrega’ que os indivíduos serão os verdadeiros agentes da mudança: “Basta querer fazer e, de fato fazer”, conclui.
Muito mais que entretenimento, o médico mágico promete mexer com o emocional, com a cognição e o humor do público convidado. Participe de mais essa edição do projeto Terça Cultural. Faça sua inscrição: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammg.org.br. |
| [Notícias] Homenagem em noite de Terça Cultural |
Homenagem em noite de Terça Cultural
Daniela Colen / AMMG

A terceira edição do projeto Terça Cultural aconteceu dia 26 de junho, no auditório Oromar Moreira, na Associação Médica de Minas Gerais. Especialistas e acadêmicos se surpreenderam com o tema “Mitologia Grega e Medicina” ministrado pelo patologista, membro da Academia Mineira de Medicina, José de Souza Andrade Filho.
Andrade fez um estudo comparativo entre os deuses da mitologia, doenças e procedimentos. Dentre os exemplos, conceitos já consagrados como os cabelos de Medusa, similares às varizes umbilicais de pacientes com cirrose hepática e schistossomose; deus Pan, que deu origem à síndrome do pânico; complexo de Édipo e narcisismo. A apresentação teve momentos de descontração e culminou com a emocionante homenagem prestada pelos alunos da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, ao palestrante.
Segundo o acadêmico André Lanza, o professor de Patologia da “Turma 60”, José de Souza Andrade, contribui de maneira expressiva para a formação dos alunos, agregando à teoria científica, cultura e conhecimento emocional. “Sua empatia e rica experiência, muito além da medicina, enriquece a nossa formação como médico e isso fará a diferença em nosso futuro no cuidado com o paciente” afirmou.
O próximo Terça Cultural será dia 14 de agosto. O convidado é o médico e mágico Arnobio com a apresentação “Atitudes Transformadoras".
As inscrições podem ser feitas pelo telefone (31) 3247 1619 ou e-mail: tercacultural@ammg.org.br.
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| [Notícias] Terça Cultural - Música para a Alma |
Terça Cultural - Música para a Alma
Daniela Colen

A segunda edição do projeto “Terça Cultural” aconteceu dia 22 de maio, no teatro Oromar Moreira - Associação Médica de Minas Gerais. A iniciativa do Conselho Científico da AMMG reuniu médicos e amantes da boa música, em um momento de exaltação às artes clássica e moderna. Na programação apresentada pelos musicistas Patrícia Valadão (piano), Matthew Ryan-Kelzenberg (violoncelo) e Radmila Bocev (violino) estavam obras de Ludwing van Beethoven, Heitor Villa Lobos, George Gershwin, Pablo de Sarasate e Astor Piazzola.
Durante o concerto, Patrícia Valadão disse que a ocasião era de retribuição aos profissionais da medicina que sempre dedicam seu tempo ao cuidado dos pacientes. “Queremos proporcionar uma noite alegre e agradável”. Ao interpretar Embraceable You, a pianista também pediu que cada um dos presentes se sentisse abraçado naquele momento.
Carlos Alberto Corrêa Sales, psiquiatra, aprovou o programa e o projeto da AMMG “Reúno os amigos em minha casa para sessões de ópera e esta é mais uma oportunidade para estar em contato com a boa música”, explica. Para Cristiana Fonseca Beaumord, ginecologista obstetra e diretora de Defesa do Exercício Profissional (Legislativo) da AMMG, foi um momento especial “É um privilégio poder participar deste encontro, alivia a alma e nos garante uma semana melhor. Espero que quem não tenha comparecido nesta terça-feira, possa prestigiar os próximos eventos” convida.
Jorge Paprocki, psiquiatra, conta que sempre acompanhou com interesse os eventos promovidos pela Associação Paulista de Medicina, que realiza com frequência trabalhos teatrais, musicais e de cinema, e almejava por uma ação similar na capital mineira. “A proposta da AMMG é brilhante. O médico exerce uma atividade exaustiva e raramente tem facilidade para participar de eventos culturais. Acredito que esta é uma iniciativa bastante promissora”, explica. José Guerra Lages, pediatra, ex-presidente da AMMG (gestão 1999/2002), também reforça a importância dos eventos culturais. “Nós médicos estamos sempre envolvidos com programas científicos, ampliar estes encontros para outros temas é fundamental”, afirma.
Profissionais de outras áreas também compareceram ao “Terça Cultural”. Romeu Abdo, técnico em eletrônica, e as filhas Heloisa, advogada, e Luciana, servidora pública, prestigiaram o evento. Segundo Abdo, Belo Horizonte necessita de mais acontecimentos que reúnam música de qualidade, em local agradável e gratuito. A família garante que irá prestigiar as próximas atrações. De acordo com a diretora científica da AMMG, a radiologista Luciana Costa, a segunda edição do “Terça Cultural” demonstrou que a ação está dando certo. Ela ressalta que o grande objetivo é estreitar ainda mais o relacionamento da entidade com seus associados e a comunidade. “Esta é a casa do médico. Queremos que ele esteja conosco e conviva neste espaço em momentos diferenciados. Somos acima de tudo parceiros e esperamos atendê-lo em suas necessidades. Também é importante que a população conheça o nosso trabalho e estamos de portas abertas para recebê-la”, afirma.
O presidente da AMMG, Lincoln Lopes Ferreira, afirmou que o “Terça Cultural” foi bem aceito, confirmando a sensibilidade da classe médica, principalmente para a música. Já o vice-presidente da AMMG, o ginecologista e mastologista Gabriel de Almeida Silva Júnior, ressaltou a continuidade do projeto e da abordagem de temas não médicos, que beneficiem os associados e seus familiares. Neste sentido, Pedro Figueredo, coordenador do Setor Científico da AMMG, contou que muitos artistas já estão procurando a AMMG para participar do “Terça Cultural”. Ele aproveitou a oportunidade para solicitar às sociedades de especialidades que enviem suas sugestões (tercacultural@ammgmail.org.br).
O próximo encontro do “Terça Cultural” acontece, dia 26 de junho, com o tema Mitologia Grega e Medicina. A palestra, que promete surpresas sobre o fascinante universo mitológico e o nosso dia a dia, será ministrada pelo patologista José de Souza Andrade Filho, Membro da Academia Mineira de Medicina. Às 19h, na AMMG. Inscrição gratuita pelo e-mail: tercacultural@ammgmail.org.br ou telefone (31) 3247-1619. |
| [Notícias] Terça Cultural apresenta obras de grandes compositores clássicos |
Terça Cultural apresenta obras de grandes compositores clássicos No dia 22 de maio, a Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) recebe trio de musicistas e apresenta repertório com músicas consagradas mundialmente
Data: 22 de maio
Horário: 19h30
Local: Teatro Oromar Moreira, sede da Associação Médica de Minas Gerais (Avenida João Pinheiro, 161, Centro – Belo Horizonte)
Entrada gratuita
Inscrições e informações: (31) 3247 1619 ou tercacultural@ammg.org.br
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No dia 22 de maio, o projeto Terça Cultural apresenta o trio musical composto pela brasileira Patrícia Valadão (piano), pela sérvia Radmila Bocev (violino) e pelo norte-americano Matthew Ryan-Kelzenberg (violoncelo). Os musicistas apresentam clássicos consagrados de Astor Piazzolla, George Gershwin, Heitor Villa Lobos, Ludwig van Beethoven e Pablo de Sarasate.
O grupo se conheceu durante trabalhos realizados junto à Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. De acordo com a pianista Patrícia Valadão, o trio decidiu tocar junto há cerca de três anos. “Nos encontramos e decidimos trabalhar o repertório de música de câmara, o que muito nos agrada”. Valadão explica que a música de câmara é um estilo erudito composto para um pequeno grupo de instrumentos ou vozes que, tradicionalmente, podiam acomodar-se nas câmaras de um palácio.
Segundo a pianista, os médicos sem dúvida apreciam a boa música. “Tive a oportunidade de observar isto em óperas com apresentações fechadas para esse público. A plateia sempre lota o teatro e aprecia com atenção o repertório”. Para ela, a iniciativa da AMMG também pode se estender a outros públicos. “A Associação Médica tem uma estrutura completa para eventos culturais e conta com um excelente teatro.”
A diretora científica da AMMG, a radiologista Luciana Costa, explica que o objetivo do projeto é oferecer aos associados e médicos em geral a oportunidade de debater temas relacionados ou não à medicina, mas fora do contexto científico. “Estamos pensando em cultura num contexto amplo”, ressalta. Os debates serão realizados mensalmente na sede da Associação Médica, sempre às terças-feiras, com entrada gratuita. Médicos e acadêmicos de medicina estão convidados. Inscrições e informações pelo telefone (31) 3247 1619 ou e-mail tercacultural@ammg.org.br.
Saiba mais sobre os musicistas:
Matthew Ryan-Kelzenberg Natural de South Bend, no estado de Indiana, Estados Unidos, começou a estudar violoncelo aos oito anos de idade. Deu continuidade aos seus estudos na Universidade de Puget Sound, Washington, onde estudou com Cordelia Wikarski-Miedel e graduou-se magna-cum-laude em 1996. Realizou mestrado e doutorado pela Universidade do Arizona. Sua dissertação, intitulada Um Guia da Pedagogia e Técnica nos Doze Caprichos Op. 25 de Alfredo Piatti, incluía uma gravação completa dos Caprichos. Colaborou com grandes nomes da música, como Gil Shaham e Nokuthula Ngwenyama. Foi membro da Orquestra Sinfônica de Tacoma, da Ópera do Arizona, do Trio Enérgico e do Quarteto de Cordas Herberger. Distingue-se como um experiente professor de violoncelo, tendo desenvolvido e implementado sistemas que combinam matemática, ciência e leitura com a música e as artes visuais. Além de membro da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais desde 2010, Matthew é musicista de câmara e recitalista.
Patrícia Valadão Natural de Ipatinga, bacharel e mestre em piano pela Universidade Federal de Minas Gerais. Sua formação pianística deve-se aos professores Faustino Amarante, Márcia Fagiole, Berenice Menegale e Miguel Rosseline. Em seu trabalho estão preparações de mais de 20 títulos de óperas realizadas nos principais teatros do Brasil, concertos sinfônicos como pianista convidada pelas orquestras de Mato Grosso, Espírito Santo, Paraíba, Sinfônica e Filarmônica de Minas Gerais, pianista camerista junto a cantores e instrumentistas nacionais e internacionais, acompanhadora oficial dos concursos internacional de canto Bidu Sayão - Brasil, Luísa Todi - Portugal e professora na Universidade Federal de Minas Gerias.
Radmila Bocev Violinista, natural da Servia, estudou e concluiu seus estudos com a professora Irina Jashvili, aluna do eminente violinista David Oistrakh.Obteve seu diploma de mestrado na Academia de Arte, NoviSad, Servia.Trabalhou na orquestra do Teatro Nacional em Novi Sad,na Filarmônica de Voivodina, nas orquestras de cordas em Novi Sad e Belgrado. Apresentou-se nas salas de Synagoga, Museu de Voivodinaem Novi Sad, Guarneriusem Belgrado. Atualmente é integrante da orquestra filarmônica de Minas Gerais em Belo Horizonte onde também já se apresentou em concertos com pianotrio e em recitais de violino e piano. |
| [Notícias] "Terça Cultural" é sucesso na AMMG |
“Terça Cultural” é sucesso na AMMG
Fotos: Alexandre Guzanshe
 No dia 24 de abril, o Conselho Científico da Associação Médica de Minas Gerais realizou a primeira edição do projeto “Terça Cultural”. O médico e ex-ministro da saúde, José Gomes Temporão, ministrou a palestra “Novos paradigmas da saúde”. Um público composto por estudantes, e por profissionais de medicina e de outras áreas da saúde tiveram a oportunidade de ouvir sobre os problemas que envolvem a saúde no Brasil e suas possíveis soluções.
José Gomes Temporão abriu sua fala contextualizando a atual situação Brasil. Segundo ele, o País está em um cenário de crescimento há cerca de dez anos, período em que foram implementadas diversas políticas sociais, inclusive de melhorais do Sistema Único de Saúde (SUS). “Reduzimos a mortalidade e expectativa de vida do brasileiro aumentou. E hoje temos mais de 50% da população com acesso ao Programa Saúde da Família.”
“O SUS é sucesso de bilheteria no exterior”, afirma o ex-ministro, que em viagens realizadas no período de 2007 a 2010, conheceu a gestão em saúde de muitas cidades no mundo. “Temos um sistema de saúde invejado pelos outros países. Aqui 75% da população dependem exclusivamente do SUS. Os outros 25% têm planos privados, mas também utilizam o sistema público.”
Mesmo com os elogios ao Sistema, Temporão considera que ainda há desafios a serem vencidos e o maior deles seria a equidade entre as classes sociais. “A diferença entre as classes é obscena”, desabafa. Ele explica que o SUS não está preparado para a nova realidade: pessoas com mais expectativa de vida, portanto mais idosos, com mais doenças. Reflete ainda que o problema da saúde no Brasil não é de gestão, mas da falta da consciência política em saúde.
De acordo com Temporão, a sociedade consciente dos problemas da área de saúde de seu estado e município pode se mobilizar, cobrando do Governo investimentos em profissionais e em tecnologia para o setor. Ele avalia que o que tem acontecido é o um processo chamado medicalização da sociedade: “Atraídos pelo consumo, os cidadãos absorvem o que a mídia divulga sobre saúde, consultam o Dr. Google e pedem ao médico que indique a solução”.
Para ele, o setor de saúde é divulgado de maneira positiva somente em casos muito pontuais. “A maioria do que é publicado é negativo, o que dificulta a conscientização das pessoas.” Em sua visão, saúde se faz com gente, com cidadãos conscientes, profissionais de saúde motivados e bem remunerados, e com a boa gestão dos recursos e de tecnologias. “Saúde é uma condição de cidadania e uma proeminente área de desenvolvimento.” Segundo ele alguns setores do Governo, como o Ministério do Planejamento, pensam o contrário, pois veem a saúde como gasto e não como fonte de geração de emprego e de desenvolvimento social.
O financiamento para o Setor de Saúde também foi um dos temas abordados. Temporão contou que do Orçamento Geral da União o maior gasto é com a amortização dos juros da dívida interna do País, cerca de 30%, e menos de 5% seriam destinados à saúde. Situação semelhante acontece com o PIB, pois o repasse gira em torno 10% para a saúde, o que é motivo de discussão há anos, por meio da regulamentação da Emenda Constitucional 29, que prevê recursos para o Setor.
Nessa primeira edição do projeto Terça Cultural, além do presidente da Associação Médica de Minas Gerais, Lincoln Lopes Ferreira, que abriu o evento, estiveram presentes os membros da diretoria da entidade, os presidentes do Conselho Regional de Medicina e do Sindicato dos Médicos, João Batista Gomes Soares e Cristiano Gonzaga da Matta Machado, respectivamente, além do presidente da Academia Mineira de Medicina, Geraldo Caldeira, e o diretor de marketing da Associação Médica Brasileira, José Carlos Collares Filho, e também o secretário municipal de saúde de Belo Horizonte Marcelo Teixeira.
A diretora científica da AMMG, a radiologista Luciana Costa. Explica que o objetivo do projeto é oferecer aos associados e médicos em geral a oportunidade de debater assuntos de diversas áreas. Temas relacionados ou não à medicina, mas fora do contexto científico. Estamos pensando em cultura num contexto amplo”, explica a diretora científica da AMMG, a radiologista Luciana Costa. Temporão elogiou o pensar heterogêneo do evento: “É ótima a ideia da Terça Cultural com pitadas de filosofia, música, política, economia e outros temas”.
Os debates serão realizados mensalmente na AMMG, sempre às terças-feiras, com entrada gratuita. O evento de maio, dedicado à música, está agendado para o dia oito. O violoncelista norte-americano Matthew Ryan-Kelzenberg e a violinista sérvia Radmila Bocev, membros da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, se unem à pianista mineira Patrícia Valadão, professora da Universidade Federal de Minas Gerais, para apresentar obras de Beethoven, Piazzolla, Villa Lobos, entre outras. Médicos e acadêmicos de medicina estão convidados. Inscrições e informações pelo telefone (31) 3247 1619 ou e-mail tercacultural@ammg.org.br.


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| [Notícias] AMMG lança "Terça Cultural" |
AMMG lança “Terça Cultural”

O Conselho Científico da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) prepara uma novidade para o primeiro semestre deste ano. No próximo dia 24 de abril, às 19h, na sede da entidade, o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão inaugura o projeto “Terça Cultural”, com a palestra “Novos paradigmas da saúde”.
“Nosso objetivo é oferecer aos associados e médicos em geral a oportunidade de debater música, filosofia, artes, política, economia. Temas relacionados ou não à medicina, mas fora do contexto científico. Estamos pensando em cultura num contexto amplo”, explica a diretora científica da AMMG, a radiologista Luciana Costa.
Os debates serão realizados mensalmente na AMMG, sempre às terças-feiras, com entrada gratuita. O evento de maio, dedicado à música, está agendado para o dia oito. O violoncelista norte-americano Matthew Ryan-Kelzenberg e a violinista sérvia Radmila Bocev, membros da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, se unem à pianista mineira Patrícia Valadão, professora da Universidade Federal de Minas Gerais, para apresentar obras de Beethoven, Piazzolla, Villa Lobos, entre outras. Médicos e acadêmicos de medicina estão convidados. Informações pelo telefone (31) 3247 1619 ou e-mail seaci@ammgmail.org.br e inscrições através do e-mail tercacultural@ammgmail.org.br. |
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