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Belo Horizonte, quarta-feira, 19 de junho de 2013


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25/04/2012

Meta é vacinar 24 mi contra a gripe
Especialista alerta que vacina é feita com vírus morto e, portanto, é segura

 

BRASÍLIA. A campanha de vacinação deste ano contra a gripe será dirigida a idosos, crianças de 6 meses a 2 anos, grávidas, trabalhadores da saúde, indígenas e presos. A meta do governo é vacinar, entre 5 e 25 de maio, 24,1 milhões de pessoas, o que representa 80% dessa população.
 
Em Minas Gerais, a meta é imunizar 2.522.623 milhões de pessoas durante as três semanas. "Nosso objetivo é proteger a parcela da população que corre mais risco de ter a doença na forma mais grave. Com isso, vamos evitar as internações e, principalmente, a mortalidade em virtude da doença", afirma a coordenadora estadual de imunização, Tânia Brant.

No próximo sábado, dia 5, será realizado o Dia da Mobilização Nacional nos 65 mil postos do país que farão a imunização. Em Minas, serão 5.500 postos fixos e volantes, além de 1.525 veículos. Crianças de 6 meses a 2 anos que nunca tomaram a vacina contra a gripe devem receber duas doses, com 30 dias de espaçamento entre a primeira e a segunda. O restante do público-alvo receberá só uma dose de reforço.

A vacina fabricada para essa campanha contém os três principais vírus do influenza que circularam no ano passado, incluindo o da gripe A H1N1. "A pandemia acabou, mas há circulação limitada desse vírus no mundo", explicou o secretário de Vigilância em Saúde do ministério, Jarbas Barbosa. Em 2009, auge da pandemia da H1N1, 2.080 pessoas morreram no Brasil vítimas do vírus.

Barbosa reforçou que a vacina é segura, inclusive para grávidas, em qualquer período da gestação. "É impossível que a vacina provoque gripe", afirmou, explicando que ela é feita com o vírus morto.

O momento de tomar a vacina é agora, disse Barbosa, antes do pico das transmissões no país. No Norte e Nordeste, o pico é em junho. No resto do país, por volta de julho. A ideia da campanha é imunizar os grupos mais vulneráveis e reduzir o número de casos graves e mortes pela doença.

Fonte: O Tempo


 

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